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Page history last edited by ROSANA GOMES DA COSTA PORTO 2 years, 7 months ago

 

Dossiê de Inclusão

 

" Todos somos iguais e na realidade, as diferentes raças humanas se tornam algo superficial, já que todos nós viemos do mesmo lugar e possuímos um laço familiar com uma mesma mulher. A razão pela qual nos vemos diferentes uns aos outros deve-se a diferenças ambientais e a mudanças de nossa pele e cultura no decorrer dos anos... contudo, somos todos iguais!" (mother of us all.) - 

 

 

 

 

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No ano de 2008, recebemos a notícia que receberíamos um aluno cadeirante. Todos ficamos preocupados, como receber uma criança cadeirante sem nenhum a condição física. A escola teria que se adaptar a essa realidade. Logo começaram as mudanças, fizeram uma rampa em frente da sala onde o aluno estudaria e outra na frente do banheiro. Junto com a a preocupação do espaço físico  da escola, também tivemos a preocupação com a recpção dos alunos, como os alunos receberiam o cadeirante.

 

 

Este aluno tinha 6 anos, quando foi recebido na escola, numa turma de 1º ano do ensino de 9 anos. Os colegas o receberam com bastante carinho e respeito, alguns convidaram ele para sentar na mesma mesa.Na hora da brincadeira a maioria brincava com ele. Acredito que ele se sentido bem acolhido por todos na escola. Durante o ano  de 2008 o aluno apresentou sérios problemas de saúde, tendo que se afastar muitas vezes. Neste ano de 2009 ele está no 2º ano, assistiu somente o mês de março as aula, Ele estava acompanhando tranquilamente, não apresentando dificuldades de aprendizagem. Infelizmente ele precisou se afastar das aulas, devido a sérios problemas de saúde, ficando hospitalizado, seu problema é na coluna, que agravou pois na medida que ele esta crescendo, os ossos estão machucando os órgãos. Ainda hoje ouvi a professora dele dizer que ele esta melhor, graças a Deus, que receberá alta nesta semana.

 

 

 

 

 

Unidade 2

 

DESCRICÂO DA MINHA ESCOLA

A minha escola está localizada no bairro Betânia, em Cachoeirinha, trata-se de uma comunidade muito carente,combaixa renda familiar. A escola foi fundada no ano de 1970 sob o nome de Escola Rural Costa do Ipiranga, existia uma única turma, lecionada pela professora Neuza T. Schimitz. A primeira diretora responsável pela escola foi a professora Iara R. M. dos Santos.

O sonho da comunidade de ter uma escola, só pode ser realizado graças a doação do terreno pela Senhora Alzira Silveira Araújo e a construção do prédio Prefeitura Municipal de Cachoeirinha.

Em homenagem a Senhora Alzira, a partir de 1972, a escola passou a chamar-se Escola Municipal Alzira Silveira Araújo. De lá para cá a escola foi ampliada e atende crianças do Primeiro ano do ensino de nove anos até a oitava série do ensino fundamental. Em 2002, sob a direção da professora Ivanise Berdet, foi implantada a EJA, no noturno, a qual enche de orgulho a escola e a comunidade.

Atualmente a equipe diretiva é composta pela diretora Denise Gomes Evadt. a vice - diretora dos turnos manhã e tarde Adriane e a vice - diretora da noite  Andréia, eleitas em 2008.

Na minha escola possui aproximadamente 800 alunos distribuídos nas 10 salas de aulas, nos três turnos. Além das salas de aulas minha escola têm: sala de vídeo, laboratório de aprendizagem, biblioteca, sala da Direção, orientação, Supervisão, dos professores, secretaria e refeitório, quadra de esportes coberta, conquistada no final do ano de 2006, através do orçamento participativo. No ano de 2007 a escola conquistou um laboratório de informática, com 4 computadores. Que os alunos tem acesso em turno oposto que estudam e também no seu turno de aula.

No ano de 2008 a escola teria que se adaptar a uma nova ralidade, receberíamos um aluno de inclusão, um aluno cadeirante. A escola teria que se adaptar a este aluno, pois não tinha um espaço físico adequado para o aluno se locomover. Logo começaram as mudanças, fizeram uma rampa em frente da sala onde o aluno estudaria e outra na frente do banheiro. 

 

 Nossa escola participa do projeto Música Ação e Inclusão,onde as escolas organizam  o coral da escola chamado de pequenos brilhantes, pelo qual eu, juntamente com a professora Alcinda Horto, somos regentes. Nossa escola também possui os projetos Escola Aberta da UNESCO, que acontece nos finais de semana, com a professora Silvana Martinez responsável e o Projeto 2º tempo, programa de esportes e recreação que acontece no turno inverso dos alunos participantes.

 

 

SERVIÇO EDUCACIONAL  ESPECIALIZADO EM CACHOEIRINHA

 

Para realizar as atividades da Interdisciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, realizei uma pesquisa sobre o atendimento educacional especializado no município onde trabalho oferece. Encontrei em minhas pesquisas que em junho de 2008 Aconteceu, nas dependências da Sociedade Esportiva Cachoeirinha (SEC) a primeira Conferência Municipal de Pessoas com Deficiência de Cachoeirinha.

Com o tema inclusão, participação e desenvolvimento: um novo jeito de avançar o evento reuniu pessoas com deficiência, educadoras e assistentes sociais. Na parte da manhã, ocorreu a leitura e aprovação do regimento interno da conferência.

  Em seguida palestraram a assistente social da FADERS Vera Negrini e a fisioterapeuta Marilu Mourão Pereira, também da FADERS. A programação na parte da manhã ainda teve a palestra sobre educação e trabalho comandada pela pedagoga Neusa Campos Januário.

  A Conferência encerrou no final da tarde com uma sistematização nos grupos e a palestra sobre saúde e reabilitação profissional com Viviana Perez.

 Também em minhas pesquisas descobri um projeto muito interessante:

 

 

 

 

 

PROJETO INTEGRADO DE ATENÇÃO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUAÇÃO DE RISCO SOCIAL

          Tem por objetivo qualificar e ampliar a rede de serviços e programas de assistência social  na região metropolitana de Porto Alegre, fortalecendo o atendimento de crianças, adolescentes e suas famílias. Partindo de uma leitura integrada e co-responsável das realidades locais e regional, os recursos deste Projeto , que incide sobre os diferentes problemas que afetam a população infanto-juvenil quando chegam à situação de rua, são provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com a contrapartida de cada município: Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Gravataí, Porto Alegre e Viamão.
 

         CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS 

Objetivo: Construção  de um espaço físico e aquisição de equipamentos  para  assegurar às crianças e adolescentes Portadores de Necessidades em situação de vulnerabilidade social  com ou sem dano psíquico, meios de desenvolvimento de suas habilidades e potencialidades , através das trocas de experiências, informações sobre seus direitos fundamentais, lazer, orientação familiar e pedagógica.

 

 

SALA DE RECURSOS AUDIOVISUAIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

 

Objetivo: Atender os alunos deficientes visuais em suas demandas curriculares e correspondentes a série equivalentes que frequentam, tendo assessorias,trabalhos,recursos específicos e professor especializado em pequenos grupos conforme necessidades.     
*Recurso já liberado para aquisição de equipamentos

 

Elaboração dos Indicadores Sociais: Qualificação do Diagnóstico e Compreensão da Realidade Social da Região

Objetivo: Proporcionar o conhecimento acerca do processo de exclusão e das desigualdades sociais que afetam as crianças e adolescentes do nosso município e entre as cidades que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre visando contribuir ao aprimoramento das políticas públicas de inclusão social.

Em nosso município constatamos com várias parcerias e projetos que vem para auxiliar o aluno especial e ao professor. 

Secretaria Municipal de Educação de Cachoeirinha, dispõe de alguns serviços especializados para atender os alunos de inclusão da rede municipal, são eles:


1. Salas de Integração e Recursos (SIR): Estas se constituem em um pólo de atendimentos especializados, que são distribuídos pelo município e atendem as regiões estabelecidas. São 5 salas destinadas ao atendimento dos alunos do Ensino Fundamental; 1 para os alunos da Educação Infantil e do 1º ano; 1 para atender Deficientes visuais e 1 para atender Deficientes auditivos. Todas elas, contam com pedagogos com especialização na área. Estes profissionais além de atender os alunos nas salas de recursos, também realizam um trabalho de assessoria, e vão 1 vez por semana às escolas onde tem alunos incluídos para acompanhar os casos, conversar com os professores e auxilia-los nos planejamentos. Cada SIR atende em média de 20 à 30 alunos.


2. Projeto de Psicomotricidade Relacional e no Meio Aquático: Este atendimento se dá mediante avaliação pela psicomotricista, que dispõe de uma sala de recursos e um convênio com uma academia de Ginástica que conta com piscina térmica, para realizar os exercícios no meio aquático. Atualmente atende 44 alunos da rede (entre EMEIs e EMEFs).


3. Parceria com o CIAN: Este é um Centro de Informática criado para dar suporte aquelas escolas que não possuem laboratório de informática. Neste caso específico o CIAN desenvolve um projeto de informática para alunos de inclusão com Deficiência Mental, onde é trabalhado, por exemplo: letramento; estruturação de frases; jogos matemáticos, entre outros. O CIAN atendem alunos do Ensino Fundamental e EJA.

ESTUDO DE CASO

ESTE ALUNO É MEU ALUNO E ESTÁ NO PROJETO CATA-VENTOS


SECRETARIA MUNICIAPAL DE EDUCAÇÃO

PROJETO CATA-VENTO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

ALUNO:

IDADE:12ANOS

SÉRIE: 3ºANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

ESCOLARIDADE:

2009- 3º ano -12 anos

2008-- 2ª série- 11 anos

2007- 2ª série- 10 anos

2006- 1ª série- 9 anos

2005- 1ª série- 8 anos

2004- 1ª série 7 anos

 

SÍNTESE DA HISTÒRIA DA VIDA

 

Nasceu de parto normal, mamou no peito pouco tempo( fala da mãe), engatinhou com 7 meses, caminhou com 1 ano e 3 meses e começou falar com 1 ano e 6 meses. Mora com os pais e os irmãos( 3 irmãos mais velhos que ele). O irmão de 20 anos apresenta retardo mental em função do parto. A mãe solicitou avaliação genéticado dele e estya aguardando. 

 

APRESENTAÇÃO DO PARECER:

 

O estudante é tranquílo, participa das atividades, é assíduo no projeto.Tem um bom relacionamento com os educadores e colegas, gosta de se esconder para que os colegas o procurem, demostrando necessidade de atenção.Fala pouco no grupo.

Não reconhece todas as letras do alfabeto.Encontra-sena escrita, no nível pré-silábico1-(não estabelece correspondência entre pauta sonora e a produção escrita) Quando solicitado que escreva alguma palavrarepete a grafia. Sempre realiza aatividade de escrita, pois necessita sentir-se fazendo a mesma tarefa dos colegas. Copia do quadro ou dos colegas com clareza e acerto.

O desenho da figura humana é registrada através de "palitos" Apresenta boa cordenação motora ampla, sendo necessário maior investigação. Não reconhece os números e não quantifica.

 

 

 


 

ESTUDO DE CASO

 

Conforme entrevista realizada com a mãe no início do ano letivo, a mãe  trabalha de diarista em uma casa no centro da cidade de Cachoeirinha. O pai trabalha como autônomo, faz construção de casas.

Os filhos ficam sob a responsabilidade da irmã mais velha de 16 anos, que é separada do marido e que tem uma filha de 2 anos.

O aluno costuma acordar às 8 horas, quando sua mãe sai para trabalhar. Toma café, arruma seu quarto, onde também dorme o irmão mais velho. Toma banho, almoça, se arruma para ir para a escola.

 

Conforme o texto, parte-se do princípio que o professor sozinho não será capaz de garantir a almejada qualidade de ensino. Portanto, ele precisa valer-se de iniciativas no âmbito escolar que se encaminhem para a construção de uma rede de relações sociais e para a inclusão de todas as crianças na escola. Com certeza é necessário um apoio para trabalhar com alunos com dificuldades, pois sabemos que não estamos preparados para atender todo o tipo de deficiência, ainda mais quando não sabemos qual é a deficiência do aluno, cvomo é o caso do meu aluno. Fico angustiada por não saber como ajudar o meu aluno, pois o pouco que ele consegue aprender num dia qualquer de aula ele esquece no dia seguinte.Esta disciplina contribuiu para eu entender melhor as dificuldas que posso encontrar e a conhecer todos os recursos que meu município possui e que não sabia e que já entrei em contato para saber mais sobre este meu aluno e um contato maior com a família. Para tanto, torna-se necessário um direcionamento para a comunidade no estabelecimento de parcerias com os pais. É preciso tornar o trabalho escolar conhecido e entendido em suas diretrizes básicas nos diversos segmentos da comunidade escolar.

É possível estabelecer no espaço escolar relações entre professores e alunos em que ambas as partes podem valer-se desta preciosa possibilidade. Parte-se do pressuposto de que a linguagem é o elemento capaz de favorecer interações, onde cada um dos seus elementos dispõem de um arsenal de possibilidades que precisa da interação para ser desencadeada. Poderão os alunos em situação de desvantagem valeremse das estruturas de seu domínio lingüístico, desde que estas se dêem em um ambiente desafiador e capaz de propiciar situações de reflexão participativa, apoiadas em um coletivo de educadores comprometidos com a efetivação de processos solidários que propiciem a construção do conhecimento por todos. As limitações a que estes alunos estão submetidos, podem ser desveladas no resgate do seu potencial criativo e, dessa forma, serem redimensionadas em diversificadas situações de aprendizagem recíproca entre os que supostamente ensinam e aqueles que aprendem.

Educar passa a significar a de um espaço de convivência desejável para o outro de forma que eu e o outro

possamos fluir no conviver de uma certa maneira particular. E mais do que isto, poder demonstrar a cada aluno que é possível aprender e ensinar.

Educar na Diversidade pressupõe a adoção de

um modelo de currículo que facilite aaprendizagem de todos os alunos e alunas emsua diversidade, definindo um ensino de qualidade a partir decondições de trabalho pedagógico que implicama formação de redes de saberes e de relações quese enredam por caminhos imprevisíveis para chegar ao conhecimento.

 

O aluno é avaliado durante o ano letivo através de parecer descritivo, realizado pela professora do laboratório de aprendizado da escola, pelos responsáveis do projeto Cataventos e pela  professora do aluno, após reunir os  pareceres, são feitos  cópias e  arquivados na escola na pasta do aluno. A professora reuni o parecer do projeto e do laboratório e elabora um único para ser entregue para os responsáveis.

Comments (8)

Simone Ramminger said

at 8:56 pm on May 5, 2009

Olá Rosana!
"O dossiê de inclusão visa contribuir para a busca de sentido na produção de conhecimentos no transcorrer de nossos estudos. Este documento busca a completude de suas descobertas em que o respeito às singularidades será respeitado na medida em que cada aluno(a) será encorajado à reflexão e a sistematização de suas experiências num formato original capaz de apontar para as conquistas individuais."
Parabéns! Criaste o pbwiki para o Dossiê, me enviaste o e-mail com o endereço, me deste acesso a ele e fizeste o relato de experiência. Ao ler o teu relato, observei que procuraste preservar a identidade do aluno. Isso é muito importante. Fiquei curiosa para saber como os colegas receberam o aluno cadeirante. Conta mais sobre ele, qual sua idade, em que série está, como é o seu processo de aprendizagem, como observas que ele se sente na escola...
Aproveita essa semana de recuperação para fazer e postar as atividades 2 e 3 também. Se precisares de ajuda, faça contato. Estou a disposição.
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE

Simone Ramminger said

at 11:54 pm on May 15, 2009

Rosana vejo que a tua escola está engajada em diferentes projetos. Parabéns! Podes falar um pouco mais sobre o projeto Escola Aberta da UNESCO. Apresentas alguns dados da escola onde trabalhas em Cachoeirinha, bem como o aluno com necessidades especiais que vocês atendem. Na tua escola não tem alunos multi repetentes ou com dificuldades de aprendizagem? Sabes como é realizado o trabalho no laboratório de aprendizagem? Precisas também integrar o teu relato com os textos da unidade 2 (que estão muito interessantes!). Qualquer dúvida, faça contato.
Um abraço, Simone

Simone Ramminger said

at 11:58 pm on May 27, 2009

Rosana passei no teu dossiê para ler teu estudo de caso e não o encontrei. "Sua tarefa na unidade 4 é iniciar o registro escrito de seu "Estudo de Caso", você deve definir quem será o sujeito de sua pesquisa e registrar as informações. Procure algum caso na sua instituição, ou numa instituição vizinha ou ainda um aluno multirepetente ou com dificuldades de aprendizagem. Lembre-se: escolha para seu estudo de um determinado sujeito do cotidiano de sua prática pedagógica." Caso precises ajuda, faça contato.
Uma ótima semana e bom trabalho!!!!
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE

Simone Ramminger said

at 12:24 am on May 28, 2009

Rosana em relação a atividade da unidade 3, essa era a proposta da atividade, registrar os serviços especializados oferecidos no teu município e o número de alunos atendidos em cada um. Sabes como é o trabalho da APAE em Cachoeirinha? Contaste sobre as palestras com as profissionais da FADERS, fiquei curiosa e acessei o site e encontrei informações interessantes ali, inclusive a reportagem: Barreiras não só físicas, mas sociais. Disponível em: http://www.faders.rs.gov.br/portal/index.php?id=noticias&cod=187.
Conseguiste ler o texto "Atendimento Educacional Especializado – concepção, princípios e aspectos organizacionais" de Alves e Gotti? Destaco um parágrafo do texto: "O atendimento educacional especializado diferencia-se substancialmente da escolarização. Deve ser oferecido em horário oposto à escolarização justamente para que os alunos possam freqüentar as turmas de ensino regular. Estas turmas, com alunos da mesma faixa etária, constituem ambiente adequado e desafiador para o desenvolvimento da socialização e construção do conhecimento. Cabe ressaltar a necessidade de que o atendimento educacional especializado se dê em interface com o trabalho desenvolvido na sala de aula comum." (p.76) Observas alguma relação entre o trabalho desenvolvido nessas instituições de Cachoeirinha com o da tua escola?
Onde procuraste as informações sobre os serviços especializados? Podes registrar onde encontraste.
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE

ROSANA GOMES DA COSTA PORTO said

at 5:31 pm on Jun 14, 2009

Procurei as informações no site da prefeitura de Cachoeirinha- http://portal.cachoeirinha.rs.gov.br:8888/home/

Simone Ramminger said

at 1:51 am on Jun 15, 2009

Rosana vejo que conseguiste escolher e registrar alguns dados sobre o sujeito do teu estudo de caso. Procuraste preservar a identidade do menino, isso é importante. Ele apresenta outras dificuldades além dessas dificuldades de aprendizagem que relatas? O que sabes mais sobre a história de vida desse menino, avaliação inicial, diagnósticos (médicos, outros) e processos investigativos? Podes acrescentar outras informações que achares relevantes.
A atividade da unidade 6 já está disponível no Rooda, em aulas e deve ser postada até dia 21/06.
Qualquer dúvida, faça contato.
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE

maurentezzari@... said

at 2:11 pm on Jun 18, 2009

Olá Rosana, em relação ao teu estudo de caso, na referente aos dados históricos do aluno, tu não dispões de mais informações? Se tiveres é interessante acrescentar. Em relação a tua fonte de consulta, acrescenta o site da prefeitura ao teu texto, pois funciona como uma referência, só que digital. Em relação à continuidade do teu estudo de caso, entra em contato comigo ou com a Simone se tiveres alguma dúvida. Abraços, Mauren

Simone Ramminger said

at 12:22 am on Jul 5, 2009

Rosana estamos preocupadas contigo. Estás com dificuldades para continuar teu estudo de caso? Sabes como é a rotina do aluno fora da escola? Que outras informações tens sobre a família dele? Os pais trabalham? Com que?
Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos da unidade 7 sobre avaliação e teu estudo de caso?
Tu acredita que esta interdisciplina contribuiu para a tua prática em sala de aula, com alunos como este menino?
Aguardamos mais informações e as conclusões do teu estudo de caso, que devem vir integradas com os materiais lidos e vistos ao longo do semestre. Ok?
Qualquer dúvida, faça contato.
Um abraço, Simone - tutora sede EPNE

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